Sua loja não precisa cair no dia de mais venda
Quando o movimento dispara, o SwarmBurst aluga servidor extra por hora, segura o pico e desliga quando passa. Sua loja continua na VPS onde já está.
Você conta como é sua loja hoje. A gente responde se encaixa ou não.
Sem depoimento, sem logo de cliente, sem nota cinco estrelas
O SwarmBurst já sobe e desliga servidor de verdade na AWS, em teste nosso. O que ele ainda não fez foi atravessar o pico de uma loja real, porque cliente pagante não temos nenhum. É por isso que a primeira implantação é de graça: o que queremos é o primeiro pico medido. Quando esse número existir, ele aparece aqui com nome e autorização de quem viveu.
As duas saídas de sempre custam caro
- Contratar um servidor maior. Resolve o dia de pico e cobra por ele o ano inteiro. Nos outros 28 dias do mês a máquina fica sobrando, com a fatura igual.
- Deixar como está. Funciona bem em 28 dias. No 29º a loja engasga, o carrinho trava e o cliente fecha a aba, logo depois de você ter pago anúncio pra trazer ele até ali.
Falta uma terceira saída: capacidade extra só nas horas em que ela faz falta.
Como funciona
Três passos. Nenhum deles mexe no seu site.
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1. O agente entra na sua VPS
Uma instalação, feita junto com você. Sua loja não muda de endereço, de provedor nem de painel. Você diz até quanto pode gastar por mês e a partir de que ponto o reforço deve entrar.
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2. Ele fica de olho no movimento
Em dia comum não acontece nada e não custa nada a mais. O agente só age quando o esforço do seu servidor passa do ponto que você marcou.
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3. No pico, sobe reforço por hora
Servidores extras nascem na AWS e atendem junto com o seu. Quando o movimento cai, o agente esvazia cada um com calma e desliga. A cobrança termina aí.
Antes que você pergunte
O SwarmBurst é um programa instalado no servidor onde sua loja já roda. Ele acompanha o movimento e, quando o acesso dispara na Black Friday, na campanha ou no cupom que viralizou, aluga máquinas extras na nuvem da Amazon, por hora, para atenderem junto com o seu servidor. Passado o pico, ele desliga tudo sozinho e a cobrança para. Você define um teto de gasto e ele respeita esse teto.
- Sua hospedagem continua a mesma
- A loja fica na VPS que você já paga. Mesmo provedor, mesmo painel, mesma fatura.
- Nada muda de lugar
- Banco de dados, arquivos e painel não saem da VPS. Para a nuvem vai só capacidade temporária.
- Não vira projeto de infraestrutura
- Sem Kubernetes, sem curso, sem semana de migração. Vinte minutos de conversa bastam para saber se encaixa.
- A conta da nuvem é sua e é por hora
- Os servidores extras são cobrados pela própria AWS, na sua conta, e só enquanto estão ligados.
Isso encaixa na sua loja?
Melhor descobrir agora do que depois de uma reunião.
Encaixa se
- A loja roda em VPS e o aperto aparece quando entra muita gente de uma vez.
- Ela já roda em contêiner, ou seu dev topa colocar.
- Você tem, ou pode abrir, uma conta na AWS.
- Os picos dão para reconhecer: campanha, data sazonal, Black Friday, vídeo que viralizou.
Não encaixa se
- O site é lento todo santo dia, no mesmo ritmo. Aí o problema não é pico, e reforço não conserta.
- O aperto está no banco de dados. Subir mais aplicação não alivia banco.
- A loja está em hospedagem compartilhada, sem servidor próprio.
Para quem cuida do servidor
A parte que o dev ou a agência vai querer ler antes de dizer sim.
- Agente no nó gerente de um cluster Docker Swarm. Sem Kubernetes e sem control plane novo.
- Nós de reforço entram por túnel WireGuard. O estado fica preso no nó fixo por constraint de placement.
- Scale-in drena o nó e espera a migração das réplicas antes de terminar a instância.
- Gatilhos de CPU e memória, com cooldown e teto de orçamento configuráveis.
- EC2 na conta do cliente, região configurável, sa-east-1 incluída. Estimativa de custo por região, histórico de eventos de burst e varredura de instância órfã.
- Se o provisionamento falhar, o cluster segue com os nós fixos. O reforço é capacidade a mais, não dependência.
Ainda não existe: Reforço em Google Cloud e Azure, e alerta por WhatsApp. Está no roteiro, não no produto, e por isso não entra na conta do que você contrata hoje.
O que você paga
Um mês tem 720 horas. Você paga as poucas em que a loja lota.
- A implantação da primeira loja é grátis. Em troca dos números reais do primeiro pico. Da segunda em diante, passa a ser cobrada.
- As horas extras são cobradas pela AWS. Direto na sua conta, sem intermediário. Você confere a fatura com ela.
- O teto do mês é você que define. Ao chegar no teto, o agente para de subir máquina nova. Antes disso, avisa por e-mail e no painel.
- Se por falha nossa o gasto passar do teto combinado, a diferença é nossa.
- Se o reforço falhar, a loja continua no ar como está hoje. Ele é capacidade a mais, não peça necessária.
- Desinstala com um comando, quando você quiser, e nada fica para trás.
Piloto do primeiro pico
Um piloto por vez
Uma troca honesta: você ganha a implantação, nós ganhamos o primeiro pico real medido.
O código já sobe e desliga servidor de verdade na AWS. O que falta é atravessar o pico de uma loja real, e esse primeiro caso vale mais para nós do que o dinheiro da implantação. Por isso a troca é essa.
Você recebe
- Implantação e configuração feitas com você, sem cobrança.
- Diagnóstico honesto: se o seu caso não encaixa, a gente diz em vez de vender.
- Configuração do teto de gasto e dos gatilhos junto com você.
- A gente acompanha o primeiro pico ao vivo, olhando junto.
- Desinstalação em um comando, quando você quiser.
Em troca, pedimos
- Autorização para medir e publicar os números reais do pico.
- Um depoimento no fim, só se a experiência tiver sido boa.
- Que a loja rode em contêiner. Seu dev confirma em um minuto.
- Uma conta na AWS sua, onde os servidores extras vão nascer.
Fazemos um piloto por vez, porque acompanhamos o primeiro pico de perto. Se já tiver um em andamento quando você chamar, a gente fala isso na hora.
Perguntas frequentes
O que é cloud bursting?
Cloud bursting é usar servidor de nuvem só nas horas de pico. Sua aplicação roda normalmente nos servidores que você já tem e, quando o movimento sobe além da conta, servidores extras são alugados na nuvem por hora para dar conta do excesso. Quando o movimento cai, esses servidores extras são desligados e você para de pagar por eles. O SwarmBurst faz isso automaticamente no cluster de contêineres onde sua loja roda.
Preciso migrar meu site?
Não. Sua loja continua na VPS onde já está. O banco de dados, os arquivos enviados e o painel continuam lá, e nada permanente é movido para a nuvem. O SwarmBurst só acrescenta servidores temporários durante o pico, e eles são desligados depois. O que muda na sua VPS é a instalação do agente. Se quiser sair, a desinstalação é um comando e a loja volta exatamente ao estado de hoje.
E se a AWS cobrar demais?
Você define um teto de gasto mensal e o agente respeita esse teto: ao alcançá-lo, ele para de subir máquina nova. Antes disso, você recebe alertas por e-mail e no painel. A cobrança das horas extras é feita pela própria AWS, na sua conta, então você confere a fatura direto com ela, sem intermediário. Para não ficar máquina ligada esquecida, o agente encerra cada servidor extra depois de esvaziá-lo, e uma varredura procura instâncias que tenham sobrado. No piloto vale a garantia de teto: se por falha nossa o gasto passar do teto combinado, pagamos a diferença.
Funciona com WooCommerce ou Magento?
Funciona desde que a loja rode em contêineres, num cluster compatível. O SwarmBurst escala o serviço da aplicação; o banco de dados e os arquivos enviados ficam fixos na VPS. Se a sua loja WooCommerce ou Magento hoje roda direto na VPS sem Docker, existe um passo anterior de colocá-la em contêiner. Esse passo entra no diagnóstico do piloto, com a conclusão dita na hora. Não vendemos migração de servidor.
Preciso de conta na AWS?
Sim. Os servidores extras nascem na sua própria conta da AWS, e a cobrança é direta com ela. Você cadastra as credenciais no painel do SwarmBurst, onde ficam guardadas cifradas. A região é configurável, incluindo São Paulo (sa-east-1).
E se a nuvem falhar no meio do pico?
Sua loja não depende da nuvem para funcionar. Ela roda na VPS, que continua sendo o servidor principal e guarda todo o estado. Os servidores da nuvem são capacidade adicional: se a AWS falhar ou o agente não conseguir subir máquina, a loja segue no ar com a capacidade da VPS, como está hoje.
Vocês já têm clientes usando?
Ainda não. O SwarmBurst já provisiona e desliga instância real na AWS em teste validado, mas ainda não passou por um pico real de uma loja de verdade. É exatamente por isso que a implantação da primeira loja é gratuita: queremos o primeiro pico real medido, e você entra sabendo disso. Não temos depoimento nem número de cliente para mostrar, e não vamos inventar nenhum.
Seu próximo pico já tem data. Seu servidor ainda não tem plano.
Chame no WhatsApp e conte como é sua loja hoje. Se o SwarmBurst não resolver o seu caso, a gente diz isso na hora. Sai mais barato para os dois.